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quarta-feira, 23 de junho de 2010

historias de horror reais :)











Conhecida como a casa mais assombrada da Inglaterra, o vicariato de Borley foi construído em 1863 para o Revendendo Henry Dawson Ellis Bull.
Visões de carruagem fantasmas, uma freira e um homem decapitado eram freqüentes na casa, além de objetos que eram arremessados, outros que apareciam e desapareciam, pegadas misteriosas, campainhas que tocavam inexplicavelmente e escritos nas paredes de autoria desconhecida.Uma das filhas de Bull foi acordada com uma bofetada; outra viu um ancião negro e de chapéu alto junto à sua cama. Durante a noite ouviam-se passos e pancadas. Campainhas tocavam e vozes sussurravam. Uma visita habitual da casa viu diversas vezes uma freira.Entre 1930 e 1935 o vicariato esteve entregue ao Revendendo Lionel Algernon Foyster, sua mulher Marianne, sua filha Adelaide. Apareceram mensagens rabiscadas nas paredes e pedaços de papel e frequentemente ouviam-se passos. Uma voz chamou Marianne pelo seu nome e sentiam-se aromas estranhos, especialmente de alfazema. Um dos rabiscos nas paredes, na sua maior parte incompreensíveis, parecia dizer "Marianne, vai buscar auxílio".Edwin Whitehouse passou algumas dias no vicariato com seu tio e sua tia em 1931. Um quarto que não era usado pegou fogo e enquanto as chamas eram apagadas, caiu no chão uma pedra do tamanho de ovo de galinha. Mais tarde, quando o vigário fazia um exorcismo no seu quarto, Edwin e sua tia foram atingidas por pedras.O vicariato ardeu completamente em 1939. Na noite do incêndio várias pessoas viram a figura de uma jovem a uma janela do andar superior.
Mas os fenômenos prosseguiram ainda.Um motorista, Herbert Mayes, ouviu o tropel de patas de cavalo aproximar-se e passar por ele nas proximidades do vicariato, alem disso durante o black-out em tempo de guerra, as milícias da Defesa Civil foram convocados algumas vezes devido às luzes que se viam nas janelas.Em 1943 em uma escavação no local, operários encontraram fragmentos da caveira de uma mulher e brincos com símbolos religiosos. Outros pesquisadores do mistério do vicariato de Borley souberam, através de sessões espíritas, que, no século XVII, uma jovem freira francesa, Marie Lairre, fora obrigada a abandonar seu convento para se casar e fora estrangulada pelo noivo no dia 17 de Maio do ano de 1667, num edifico que se erguia no local onde foi construído o vicariato. O seu corpo, segundo as mensgens espíritas, fora enterrado na adega.
Bons pesadelos..

sexta-feira, 18 de junho de 2010

The Sisters of Mercy



The Sisters of Mercy é uma banda britânica de rock gótico, formada em Leeds, em 1980 por Andrew Eldritch, que inicialmente tocava bateria e Gary Marx na guitarra. Esse nome peculiar, estranho e arcano tem sido ligado à literatura de terror de H.P. Lovecraft.

Na verdade, a origem do nome da banda é discutível, mas especula-se vir de uma música de Leonard Cohen ou de uma ordem religiosa de freiras católicas.

A Eldritch e Marx juntaram-se Ben Gunn, logo substituído por Wayne Hussey em 1983 e Craig Adams que assumiu o contrabaixo. The Sisters of Mercy inovou ao usar uma máquina para executar a percussão, batizada de Doktor Avalanche.

Essa bateria eletrônica ajudou a criar o som característico da banda: um rock de tempo bem marcado com um ritmo sintético afiado.

Diziam os críticos da época que Doktor Avalanche era o único membro da banda disposto a tolerar o “temperamento artístico e excêntrico de Eldritch", que se tornou o líder centralizador e vocalista do grupo.

Apesar de ter lançado apenas três LPs, The Sisters of Mercy tornou-se uma das mais influentes bandas da década de 80. A banda enfrentou todo tipo de instabilidade emocional e profissional entre seus integrantes: apenas o cantor e compositor Eldritch participou dos três LP.

A música do The Sisters of Mercy reunia elementos de psicodelia, dance e punk.

Logo após seu disco de estréia: “First and last and always”, em 1985 a primeira formação da banda foi desfeita.

Wayne Hussey e Craig Adams partiram e formaram o efêmero grupo Sisterhood para rivalizar com o Sisters.

Mas, num golpe de mestre, rapidamente, Eldritch gravou um single com o mesmo nome, forçando-os a abandonar o projeto inicial e, desta forma, surgia o impávido e bem sucedido: The Mission.

O cantor Eldritch tinha como estilo uma voz profunda e cavernosa e suas letras eram verdadeiras descargas elétricas, mas não tratavam de temas comuns ao rock gótico.

Aparecia sempre com um inseparável casaco negro roubado de Patrícia Morrison, integrante do grupo e parceira do vocalista, que certa vez afirmou: “preferia furar meus olhos com agulhas a ter que encontrá-lo novamente”.

A imprensa britânica começou a identificá-los como uma banda tipicamente ‘gótica’, o que em meados dos 80’s valia como um enorme insulto artístico.

Isso gerou, por parte de Eldritch um desprezo pela mídia inglesa e pelos fãs estranhos que o som da banda começava a atrair.

Em 1987, chegava as lojas o álbum: Floodland, um sucesso imediato.

As comparações com o extinto Joy Division eram cada vez mais frequentes, devido à atmosfera claustrofóbica que ambas faziam questão de ressaltar nos seus respectivos trabalhos.

Logo o The Sisters of Mercy desenvolveria um exotismo da decadência aos deuses do rock.

Influência notória do depressivo norte da Inglaterra e suas paisagens desoladoras e glaciais, aliada a ameaça de um mundo pós-industrial desmoronando gradativamente num romantismo perverso e sensual, eram retratados em faixas que atraiam um número cada vez maior de jovens pálidos frequentadores de cemitérios.

O vocalista, sempre autoconfiante, diferente da figura 'vulnerável' de Ian Curtis, mantinha-se distante e imune as canções e temas tóxicos que propagavam a autodestruição.

Apenas saboreava, ácida e sarcasticamente a degeneração humana sem mergulhar em suas profundezas como fez o suicida Curtis.

O som do The Sisters of Mercy foi se tornando cada vez mais sintético, urbano e hipnótico, realçados pela voz barítona de Eldritch, que mais parecia ter saído de uma cova, se é que uma entidade tão amorfa possa realmente existir e se comunicar como os vivos.

Apesar de rejeitar a classificação de gótica, The Sisters of Mercy foi uma liderança no gênero, tendo alcançado amplo sucesso na Inglaterra e nos EUA.

Dificuldades de relacionamento com Andrew Eldritch foram frequentemente citadas como a principal causa de rupturas por parte de membros do The Sisters of Mercy.

Em 1985, Gary Marx sai da banda e forma o Ghost Dance.

Hoje, além de Eldritch, apenas Chris May e Ben Christodoulou atuam na banda, além de Doktor Avalanche, é claro.

O ocultismo e o macabro não fazem parte das letras do compositor, não se

falam de aranhas que passeiam pelo corpo, nem fantasmas ou zumbis saindo de caixões, suas letras transitam entre temas políticos, psicológicos e cultura moderna, mas há clichês inegáveis que transformaram o The Sisters of Mercy no maior expoente gótico da história do rock, e ainda hoje carregam o rótulo de: “a última grande banda gótica”.


Álbuns de estúdio


• First and Last and Always, (1985)

• Floodland, (1987)

• Vision Thing, (1990)


*Fonte: Baddeley, Gavin Gothchic Editora Rocco: 2005

Lucretia My Reflection (By Andrew Eldritch)

I hear the roar of a big machine
Two worlds and in between
Hot metal and methedrine
I hear empire down
I hear empire down

I hear the roar of a big machine
Two worlds and in between
Love lost, fire at will
Dum-dum bullets and shoot to kill, I hear
Dive, bombers, and

Empire down
Empire down

I hear the sons of the city and dispossessed
Get down, get undressed
Get pretty but you and me,
We got the kingdom, we got the key
We got the empire, now as then,
We don't doubt, we don't take direction,

Lucretia, my reflection, dance the ghost with me
We look hard
We look through
We look hard to see for real
Such things I hear, they don't make sense

I don't see much evidence
I don't feel
I don't feel
I don't Feel

A long train held up by page on page
A hard reign held up by rage
Once a railroad
Now it's done...

I hear the roar of a big machine
Two worlds and in between
Hot metal and methedrine
I hear empire down...

We got the empire, now as then,
We don't doubt, we don't take reflection,
Lucretia, my direction, dance the ghost with me...

domingo, 13 de junho de 2010

H.P. Lovecraft





































H.P. Lovecraft

um dos maiores escritores de terror que já existiu: H.P. Lovecraft.

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Howard Philipps Lovecraft nasceu em 20 de Agosto de 1890, em Providence, Rhode Island, nos Estados Unidos.
Ficou famoso mundialmente por seus contos e romances de terror, principalmente voltados ao Cosmicismo, ou Horror Cósmico, termos que ele mesmo criou para seus trabalhos. Tratam-se muitas vezes de contos de terror com criaturas vindas do espaço há muitos anos atrás, e que já povoaram a terra algum dia, e que provavelmente povoarão de novo, como Dagon, O Assombro das Trevas e, claro, O Chamado de Cthulhu, sua obra mais famosa.
Também foi responsável pela criação do Necronomicon (MedoB já falou sobre ele aqui), o livro proibido dos mortos.

Era uma criança inteligente, e que gostava muito de ler. Já recitava poesia com dois anos, por exemplo. Infelizmente, nunca fora capaz de levar essa "prodigiosidade" adiante, vivia doente (Lovecraft tinha uma doença chamada poiquilotermia, uma doença que deixava a pele gelada ao toque, e dizem que provavelmente ele viva debilitado por causa da sífilis, herdada pelo pai), o que o impedia de ir a escola.
Foi criado pela mãe, um avô, e duas tias. O pai dele fora internado em um manicômio, após sofrer um colapso nervoso, quando Lovecraft tinha dois anos. O avô o ajudava na leitura constante, e foi ele quem o apresentou ao terror.
O avô veio a falecer anos mais tarde, a família acabou empobrecendo por causa disso, e todos esses fatos unidos pioraram o estado de saúde de Lovecraft, que acabara sofrendo um colapso nervoso, impedindo-o de conseguir se formar na escola e ir para uma universidade (Seu maior sonho era ser astrônomo), um fato que o perturbou até o fim da vida.

Dedicou-se então a escrever. Começou com poesias, partindo para a ficção de terror apenas anos depois, quando decidiu enviar uma carta ao The Argosy (Nome de um tipo de barco), reclamando da falta de interesse em histórias de romance de um dos melhores escritores da revista. O presidente da Associação da União da Imprensa Amadora (UAPA) gostou da ousadia de Lovecraft, e o convidou a fazer parte da Associação. Assim ele passou a contribuir com poemas e cartas.
Seu primeiro trabalho profissional foi publicado em 1919, Dagon, um conto curto, que mostrava o relato de um marinheiro que, após fugir do navio em que estava preso, encontrava uma misteriosa ilha. O conto foi publicado nas revistas W. Paul Cook's, The Vagrant (O Pedinte/O Viajante, tem várias traduções pra esse termo) e na Weird Tales (Contos Estranhos) a qual depois ele passou a publicar como ghostwriter ("Escritor fantasma", ele publicava contos, mas assinava com outros nomes).

H.P Lovecraft tornou-se jornalista amador após a morte de sua mãe, por causa de uma complicação cirúrgica, ela também sofria de colapsos nervosos e havia sido internada no mesmo lugar que o marido antes de morrer.
Ele deixou Providence para morar em Boston, onde conheceu Sonia Greene, sua futura esposa. Ela era sete anos mais nova que Lovecraft, e a família dele foi contra o casamento. Eles viviam com problemas financeiros, se mudavam constantemente, e não demorou muito para que eles se separassem alguns anos depois.
Nessa época, de problemas e conflitos, surgiram os contos mais famosos do autor, como o famoso O Chamado de Cthulhu e Horror em Red Hook, um conto que conotava sua irritação em morar em Nova York, e seu racismo contra imigrantes (Fato relevante em seus livros).

Lovecraft e a (ex)esposa

Lovecraft voltou a Providence, onde viveu até seus últimos dias de vida. Continuou a escrever e nesse meio tempo criou contos mais curtos, como O Caso de Charles Dexter Ward (The Case of Charles Dexter Ward), Morte Alada (Winged Death), e Debaixo da Pirâmides (Under the Pyramids - Também conhecido como Imprisionado com os Faraós (Imprisoned With the Pharaos).) escrito para o mágico Harry Houdini.
Ainda publicava seus contos na Weird Tales. Sempre influenciado por acontecimentos de sua vida, constantes pesadelos que tinha, e escritores como Edgar Allan Poe, seu estilo de terror é marcante, e confunde os leitores por sua semelhança com a realidade, é difícil ler sem pensar por um momento se de fato aquilo que ele escreveu aconteceu ou não.


Howard Phillips Lovecraft morreu em 15 de Março de 1937, de câncer no intestino. Foi enterrado no mausoléu da família, mas os fãs insistiram para que ele tivesse uma lápide no cemitério Swan Point, alguns deles juntaram dinheiro para isso. A lápide continua lá até hoje, com a frase "I am Providence" (Eu sou Providence), extraído de uma das cartas de Lovecraft.



Curiosamente, apenas após a morte é que Lovecraft tornou-se verdadeiramente famoso, graças a um grupo de amigos, correspondentes de suas cartas às revistas, que juntaram seus contos mais famosos e interessantes em um único livro.
Lovecraft Inspirou Stephen King, Neil Gaiman, Alan Moore e muitos outros. Tornou-se sinônimo de horror, e suas histórias fascinam as pessoas até hoje. Seu trabalho mais famoso, O Chamado de Cthulhu, e o Cthulhu Mythos (Uma reunião das criações alienígenas e antigas criadas pelo autor), tornou-se base para dezenas de trabalhos modernos, como filmes, outros livros e músicas. A forma como Lovecraft descreve os fatos em seus contos tornou-o intrigante e fascinante ao mesmo tempo.



Bibliografia:
Nota: Aqui está apenas a bibliografia dos contos e romances de Lovecraft.
Eu mesma traduzi alguns dos títulos, portanto, ignorem qualquer bobagem!XD!

1917 - The Tomb (A Tumba)
Dagon
A Reminiscent of Dr. Samuel Johnson (Um/Uma Reminescente do Dr. Samuel Johnson)
1918 - Polaris
1919 - Beyond the Wall of Sleep (Além da Parede do Sono)
Memory (Memória)
Old Bugs (Velhos Insetos)
The Transition of Juan Romero (A Transição de Juan Romero)
The White Ship (O Navio Branco)
The Doom that Came to Sarnath (A Desgraça que veio a Sarnath)
The Statement of Randolph Carter (A Indicação de Randolph Carter)
The Street (A Rua)
1920 - The Terrible Old Men (O Terrível Homem Velho)
The Cats of Ulthar (Os Gatos de Ulthar)
The Tree (A Árvore)
Celephäis
From Beyond (Do Além)
The Temple (O Templo)
Nyarlathotep
The Picture in the House (A Figura na Casa)
Facts Concerning the Late Arthur Jermyn and His Family (Fatos Preocupando o Velho Arthur Jermyn e Sua Família)
1921 - The Nameless City (A Cidade sem Nome)
The Quest of Iranon (A Procura de Iranon)
The Moon-Bog (O Pântano Lunar)
Ex Oblivione
The Other Gods (Os Outros Deuses)
The Outsider (O Estranho)
The Music of Erich Zann (A Música de Erich Zann)
Sweet Ermengarde (Doce Ermengarda)
1922 - Hypnos
What the Moon Brings (O que a Lua Traz Consigo)
Azathoth
Herbert West - Reanimator
The Hound (O Cão)
The Lurking Fear (O Medo que Espreita)
1923 - The Rats in the Walls (Os Ratos nas Paredes)
The Unnamable (O Inominável)
The Festival (O Festival)
1924 - The Shunned House (A Casa Rejeitada)
1925 - The Horror at Red Hook (O Horror em Red Hook)
He (Ele)
In the Vault (Na Abóboda)
1926 - Cool Air (Ar Frio)
The Call of Cthulhu (O Chamado de Cthulhu)
Pickman's Model (O Modelo de Pickman)
The Strange High House in the Mist (A Estranha Casa Alta na Névoa)
The Silver Key (A Chave de Prata)
1926 ~ 1927 - The Dream-Quest of Unknown Kadath (O Sonho-Busca do Kadath Desconhecido)
1927 - The Case of Charles Dexter Ward (O Caso de Charles Dexter Ward)
The Colour out of Space (A Cor fora do Espaço)
The Descendant (O Descendente)
The Very Old Folk (O Povo Muito Velho)
History of the Necronomicon (História do Necronomicon)
1928 - The Dunwich Horror (O Horror em Dunwich [N/T: Não achei tradução pra Dunwich])
Ibid
1930 - The Whisperer in Darkness (O Sussurro nas Trevas)
1931 - At the Mountains of Madness (Nas Montanhas da Loucura)
The Shadow over Innsmouth (A Sombra sobre Innsmouth)
1932 - The Dreams in the Witch House (Os Sonhos na Casa da Bruxa)
1933 - The Thing on the Doorstep (A Coisa na Entrada)
The Book (O Livro)
The Evil Clergyman (O Clérigo Mau)
1934 ~ 1935 - The Shadow Out of Time (A Sombra Fora do Tempo)
1935 - The Haunter of The Dark (O Assombro das Trevas)

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Quer ler?
Sugestão MedoB de leitura o/:

O Chamado de Cthulhu e Outros Contos
Um pocketbook com alguns dos mais famosos contos de Lovecraft. São sete contos no total, além de uma minibiografia e alguns fatos sobre o autor:
Os contos:
- Dagon
- Ar Frio
- O Que a Lua Traz Consigo
- A Música de Erich Zann
- O Modelo de Pickman
- O Assombro das Trevas
- O Chamado de Cthulhu

Livro com 155 páginas.

Lovecraft
Biografia do autor em quadrinhos. 142 páginas, tamanho normal.
(Interessados em comprar, clique aqui)

Infelizmente, o Submarino não tem O Chamado de Cthulhu à venda!@_@! Mas não é difícil de encontrar ^^!!!

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The world is indeed comic, but the joke is on mankind.

(O mundo é deveras cômico, mas a piada está na raça humana)

- H.P Lovecraft

Bons Pesadelos.

Leia mais: http://medob.blogspot.com/search?updated-max=2010-06-06T04%3A04%3A00-03%3A00&max-results=7#ixzz0qkIKkCBe

quinta-feira, 3 de junho de 2010

alo amigos da rede globo uishuihsuihsuihusih

a copa do mundo vem aew
entao vamos la com post especial da copa ;)

alguem aew conhece galvao bueno tambem conhecido como bafo de pica ??

pois e se voce nao o conhece veja o video e conheça

pois sera figura principal na copa ;)

ate mais galera

Ozzy Osbourne: Madman não descarta reunião Sabbath





O vocalista OZZY OSBOURNE, prestes a lançar seu novo álbum "Scream" cedeu uma entrevista à Rolling Stone americana falando sobre seu relacionamento com o Black Sabbath. Quando questionado sobre a possibilidade de uma reunião, o cantor respondeu: "Eu amo aqueles caras - Bill, Tony e Geezer. Eu nunca digo nunca, porque você nunca sabe o que está por vir."

Ozzy falou também sobre as músicas do SABBATH que escolhe para os shows em sua turnê: "Eu tenho muita coisa para escolher agora que quero tentar algumas canções diferentes de 'Iron Man' e 'War Pigs'. Eu sempre terei que tocar 'Paranoid' porque é meu hino. Eu não imaginaria tocar 'Fairies Wear Boots' ou algo diferente somente para ver como fica".

O cantor ainda fala mais algumas palavras sobre a morte de Ronnie James Dio: "Sabe, quando qualquer um morre nessa área [musical], é triste. Eu fiquei sabendo da doença de Ronnie Dio há alguns meses e enviei uma mensagem dizendo que que se houvesse algo em que pudessemos ajudar, que não hesitate em nos chamar. Eu não era realmente um grande amigo de Ronnie Dio. O encontrei algumas vezes através dos anos. Mas ele era um vocalista muito, muito bom. É uma perda terrível. Deus te abençõe, Ronnie."